A busca pela autossuficiência em medicamentos para a saúde humana tem se consolidado como uma prioridade estratégica no Brasil, especialmente diante das vulnerabilidades expostas por crises sanitárias globais, como a pandemia de COVID-19. Nesse contexto, o país tem intensificado esforços para fortalecer sua capacidade produtiva interna, reduzir a dependência de insumos farmacêuticos importados e garantir o acesso contínuo e equitativo a tratamentos essenciais.
A estratégia brasileira envolve a articulação entre governo, setor produtivo e instituições de ciência e tecnologia, com destaque para o papel de laboratórios públicos e parcerias para o desenvolvimento produtivo (PDPs). Nesse cenário, as alianças e parcerias estratégicas — tanto nacionais quanto internacionais — assumem papel central, ao viabilizar a transferência de tecnologia, o compartilhamento de conhecimento e a ampliação da capacidade de inovação. Colaborações entre empresas privadas, universidades, centros de pesquisa e organizações estrangeiras permitem acelerar o desenvolvimento de medicamentos, otimizar recursos e reduzir riscos associados à produção local.
Além disso, políticas de incentivo à inovação, investimentos em pesquisa e desenvolvimento e a ampliação da infraestrutura industrial farmacêutica são pilares fundamentais dessa agenda.
Outro aspecto relevante é o fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS), que integra diferentes segmentos produtivos e busca promover sinergias entre eles, aumentando a competitividade da indústria nacional. Ao mesmo tempo, a regulação sanitária exercida pela Anvisa desempenha um papel crucial na garantia da qualidade, segurança e eficácia dos medicamentos produzidos dentro e fora do país.
Dessa forma, a estratégia brasileira para alcançar a autossuficiência em medicamentos não se limita à produção local, mas abrange um conjunto amplo de políticas públicas, investimentos estruturais e cooperação institucional. Neste sentido, a valorização de alianças e parcerias estratégicas reforça essa trajetória, tornando possível não apenas ampliar a capacidade produtiva, mas também inserir o Brasil de forma mais competitiva no cenário global. Trata-se de um caminho essencial para assegurar a soberania sanitária, impulsionar o desenvolvimento econômico e proteger a saúde da população.
Confira o programa e mais detalhes logo abaixo.
14.30 hs – PDPs conceito e histórico
15.00h – Licenciamento Estratégico: Ampliando o Acesso a Terapias Inovadoras
15.30h – Soberania e Fomento: Inovação Made in Brazil
16h – Novos Negócios e Parcerias como Catalisadores da Inovação Farmacêutica
Convidados

Alcindo dos Santos IQ Sint – Universidade de São Paulo
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Antonio Cardone – Arc Consultoria
https://www.linkedin.com/in/antoniocardone

Elenise Colletti – Executiva da Indústria Farmacêutica
https://www.linkedin.com/in/elenisecolletti

Geisa Cavalari – Sandoz
https://www.linkedin.com/in/geisa-acetto-cavalari-0b355723

Giuliano Barissa – Biolab
https://www.linkedin.com/in/giuliano-barissa-61885913

Guillermo Glassman – L.O. Baptista Advogados
https://www.linkedin.com/in/guillermo-glassman

Marcos Maldaun – Hospital Sírio Libanês
https://www.linkedin.com/in/marcos-maldaun-b04478b8

Stephani Saverio – Nintx
https://www.linkedin.com/in/saverioste

Sueli Veríssimo – L.O. Baptista Advogados
https://www.linkedin.com/in/sueli-de-freitas-ver%C3%ADssimo-842a252

Vanessa Tubel – JCR Pharmaceuticals
https://www.linkedin.com/in/vanessa-tubel
Local
Auditório LO Baptista Advogados
Data
18 de junho de 2026
Horário
14.30 às 17.00hs, com um café de boas-vindas a partir das 14hs e um coquetel de encerramento
Valor da inscrição
EMPRESA PARTICIPANTE CLUBE DE NOVOS NEGÓCIOS DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA
Inscrição: R$ 1.222,00
EMPRESA NÃO PARTICIPANTE do CLUBE DE NOVOS NEGÓCIOS DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA
Uma inscrição: R$ 1.422,00

